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Esportes

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Quem diria que o churrasquinho que preparava para os amigos quando ainda jogava profissionalmente viraria um negócio para o ex-volante do Flamengo Douglas Silva. O ex-atleta, um dos destaques da conquista do Campeonato Carioca de 2004 sobre o rival Vasco, hoje reforça o orçamento doméstico vendendo costelas no bafo em Padre Miguel no subúrbio do Rio.

Há pouco mais de um ano, aos fins de semana, ele ocupa a esquina do condomínio onde mora para vender a iguaria. A clientela do ex-atleta – muitos torcedores do Flamengo, clube que ele se declara torcedor fanático – se serve no local improvisado, com cadeiras e mesas de plásticos colocadas debaixo de uma tenda desmontável.

“Resolvi criar o negócio porque aqui no bairro não tinha ninguém que fizesse uma costela no bafo”, explica o ex-atleta, que se especializou no preparo do corte quando defendia o Atlético-PR. Na tenda do ex-atleta, a peça custa R$ 30 e serve de 3 a 4 pessoas. Ele ainda vende cerveja, o que ajuda a aditivar o faturamento.

 Douglas não revela quantas costelas vende no fim de semana. Mas garante que o dinheiro que entra ajuda a “segurar o mês”. “Não esperava esse sucesso todo”, conta ele, que já pensa em profissionalizar a barraca. “Quero montar uma estrutura melhor, aqui mesmo no bairro. Já tem até o nome fantasia, logomarca”.

Jogador quer virar treinador
O lado empreendedor de Douglas Silva, no entanto, não ofuscou o desejo de voltar a ganhar a vida com o futebol. O ex-volante admite que a carreira fora do esporte aconteceu por não ter se planejado para a aposentadoria. O último clube em que ele jogou foi o Ceres, em 2013, time da segunda divisão do Campeonato Carioca.

 “Eu não tinha me preparado para parar de jogar. Tive uma oportunidade e acabei fazendo um curso de treinador no sindicato dos atletas do Rio”, recorda-se ele, revelando a vontade de seguir essa carreira. Hoje, ele trabalha na comissão técnica do Bangu, que disputa o Estadual do Rio.

Enquanto o objetivo de virar técnico ainda está distante, Douglas Silva segue vendendo costela. E aproveita bem os contatos do meio do futebol para bombar o negócio. “A rapaziada da bola sempre aparece aqui. O Maicon, ex-São Paulo, o Léo Lima, ex-Vasco, o Jean, ex-Flamengo… A maioria dos jogadores que vem aqui são pessoas que me conhecem aqui no Rio. Tem a rapaziada do pagode, do samba que prestigia também”, diz.

Fonte: UOL

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ex-jogador Vampeta, que atualmente preside o Grêmio Osasco, abriu as portas do seu clube para o zagueiro gonçalense Heltton Matheus Cardoso, de 21 anos, que falsificou documentos para jogar a Copa de São Paulo Junior. Procurado pelo OSG, o dirigente do clube paulista revelou que ainda não conseguiu entrar em contato com o jovem.

“Eu quero ajudar esse menino, ele não matou ninguém. Tem tanta gente fazendo coisas piores nesse país e não vai preso. Já falei com Alberto (empresário), eu ofereço um contrato, alojamento para ele ficar e ainda contrato um advogado criminalista, mas até agora não tive resposta. Mas a proposta está de pé. Ele (Heltton) precisa aparecer e pagar por seus erros mas não podemos sacrificar a carreira de um jovem”, disse Vampeta.

O procurador do atleta, Alberto Luiz de Souza, confirmou o contato do mandatário do Grêmio Osasco. “Realmente o Vampeta me procurou. Ele teve uma atitude nobre em estender a mão nesse momento, ainda mais por se tratar de um jogador bastante jovem, que deve pegar uma pena de dois anos, mas isso não afetará tanto a sua carreira. Já conversei com o pai (de Heltton), que está bastante sentido pelo que aconteceu e lamentou o caso. Mas, enfim, as coisas estão se resolvendo aos poucos”, comentou o agente.

 

Outro clube do interior paulista, o Bebedouro, também ofereceu ajuda ao jovem. No entanto, apesar das manifestações de solidariedade, o presidente do Paulista de Jundiaí, Pepe Verdugo, afirma que não há como o jogador ter uma segunda chance no “galo caipira”.  “Pelo lado pessoal, ele é uma ótima pessoa e nunca tivemos nenhum problema a respeito de seu profissionalismo. Mas a torcida está bastante revoltada e não tem clima para ele (Heltton) continuar conosco. Se ele voltar, temo por sua integridade física. Da nossa parte, ele é livre para negociar com quem quiser”, finalizou Verdugo.

Fonte: O São Gonçalo

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Projeto do senador Eduardo Amorim (PSC-SE) veda a cobrança de taxas extras em academias de ginástica para alunos que optarem pelo acompanhamento de professor particular (personal trainer), integrante ou não do quadro de empregados do estabelecimento.

O senador ressalta que, em outros casos, essas cobranças são feitas diretamente ao profissional de educação física. Na avaliação dele, os valores adicionais não se justificam, já que o professor particular apenas supervisiona o treino do aluno, sem utilizar os aparelhos da academia.

“A nosso ver, tais cobranças são indevidas, configurando uma verdadeira dupla cobrança para que o aluno possa frequentar o espaço”, sustenta Amorim.

O texto do projeto (PLS 30/2016) estabelece também que o não cumprimento das vedações previstas sujeite os estabelecimentos à devolução em dobro dos valores cobrados indevidamente.

Os estabelecimentos, no entanto, poderão exigir o registro profissional, junto ao Conselho Regional de Educação Física, dos professores que não são funcionários. A proposta ainda resguarda o direito dos proprietários de academias de não permitirem o ingresso de profissionais estranhos ao quadro de empregados.

A matéria que tramitava na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) foi encaminhada à Secretaria-Geral da Mesa, onde aguarda leitura de requerimento do senador Romário (PSB-RJ) solicitando audiência na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

Agência Senado

Projeto do senador Eduardo Amorim (PSC-SE) veda a cobrança de taxas extras em academias de ginástica para alunos que optarem pelo acompanhamento de professor particular (personal trainer), integrante ou não do quadro de empregados do estabelecimento.

O senador ressalta que, em outros casos, essas cobranças são feitas diretamente ao profissional de educação física. Na avaliação dele, os valores adicionais não se justificam, já que o professor particular apenas supervisiona o treino do aluno, sem utilizar os aparelhos da academia.

“A nosso ver, tais cobranças são indevidas, configurando uma verdadeira dupla cobrança para que o aluno possa frequentar o espaço”, sustenta Amorim.

O texto do projeto (PLS 30/2016) estabelece também que o não cumprimento das vedações previstas sujeite os estabelecimentos à devolução em dobro dos valores cobrados indevidamente.

Os estabelecimentos, no entanto, poderão exigir o registro profissional, junto ao Conselho Regional de Educação Física, dos professores que não são funcionários. A proposta ainda resguarda o direito dos proprietários de academias de não permitirem o ingresso de profissionais estranhos ao quadro de empregados.

A matéria que tramitava na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) foi encaminhada à Secretaria-Geral da Mesa, onde aguarda leitura de requerimento do senador Romário (PSB-RJ) solicitando audiência na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

Fonte: Agência Senado

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O chefe da Academia de Pilotos da Ferrari, Massimo Rivola, disse que eles estão de portas abertas para receber Mick Schumacher, de 17 anos

A Ferrari e o piloto Michael Schumacher tem uma longa história juntos. Cinco dos sete títulos do alemão foram conquistados pela escuderia italiana. E, segundo o Globo Esporte, essa história ainda não terminou. Só que, agora, o piloto em questão será o filho de Schumacher.

O chefe da Academia de Pilotos da Ferrari, Massimo Rivola, disse que eles estão de portas abertas para receber Mick Schumacher, de 17 anos.

“É óbvio que temos acompanhado sua carreira. E neste ano teremos a oportunidade de estar bem perto dele, já que será companheiro de um dos nossos pilotos, na equipe Prema. Eu não sei o que ele quer fazer do futuro, mas se ele quiser fazer parte da Academia de Pilotos da Ferrari, terá um tapete vermelho estendido”, disse em entrevista ao jornal italiano Gazzetta dello Sport.

O filho de Schumi participará nesta temporada da F3 europeia nesta temporada.

“Mick parece muito educado e nada arrogante. Então, parabéns para os seus pais. Fizeram excelente trabalho com ele. Ele é muito novo e precisa gerenciar uma pressão absurda da mídia, mas está se saindo muito bem”, complementou Rivola.

Fonte: Noticias ao minuto

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A depressão e o alcoolismo fizeram a opção por Adriano. Trocou a fortuna e três Copas do Mundo para viver na favela da Vila Cruzeiro. Se diz feliz, enquanto seus parceiros sonham com um retorno ao futebol. Sonho que Adriano sabe o quanto é irreal…

A cena é chocante, triste.

6h45 do primeiro dia de 2017.

Comunidade da Vila Cruzeiro.

“Comunidade” é uma maneira mais delicada de batizar a favela. Milhares de casas de alvenaria, deixam os tijolos à vista, sem tinta. Vielas e mais vielas. Mais de 500 policiais formam a Unidade de Polícia Pacificadora. Tentam, sem sucesso, conter o tráfico.

A favela é dominada pelo Comando Vermelho, não é segredo para ninguém.

Os gatos de luz e tevê a cabo dominam os postes.

Esgoto corre a céu aberto em várias vielas.

O calor do verão carioca é insuportável.

Na Vila Cruzeiro não há frescura, em nenhum sentido.

E é normal homens circularem de bermuda, sem camisa, de chinelos.

Vários deles estão junto de MC Smith neste Reveillon. Ele é autor de funks ‘proibidões’. Seus maiores sucessos são Vida Bandida e Vida Bandida 2. Em ambas ele destaca a vida da criminalidade, o Comando Vermelho. E avisa que o “Caveirão”, veículo blindado da polícia, ‘não o assusta.

31 A depressão e o alcoolismo fizeram a opção por Adriano. Trocou a fortuna e três Copas do Mundo para viver na favela da Vila Cruzeiro. Se diz feliz, enquanto seus parceiros sonham com um retorno ao futebol. Sonho que Adriano sabe o quanto é irreal...

MC Smith tinha um anúncio a fazer.

Pede que seja filmado.

E anuncia um tapa na cara da mídia.

Se trata da volta de Adriano ao futebol.

O jogador que já mereceu o apelido de Imperador se surpreende.

E entra no alcance da câmera do celular.

Ele com os olhos vermelhos, com o rosto inchado.

Está virado, sem dormir, como seus parceiros da favela.

Sem camisa.

Constrangido, ouve as profecias do amigo funkeiro.

O sorriso só some de vez quando MC Smith faz um pedido.

Quer que ele repita o gesto que o consagrou.

Mostre os músculos.

A resposta é cortar o coração.

Depois de esconder a barriga com as mãos, balbucia.

“Estou gordo…”

 A depressão e o alcoolismo fizeram a opção por Adriano. Trocou a fortuna e três Copas do Mundo para viver na favela da Vila Cruzeiro. Se diz feliz, enquanto seus parceiros sonham com um retorno ao futebol. Sonho que Adriano sabe o quanto é irreal...

Adriano seguiu o destino que escolheu. Está fazendo exatamente o que quer. Trocou seu talento como goleador pelo direito de viver na favela. Cercado de namoradas, amigos. Festas, farras, churrascos em lajes. Nem quando era um dos maiores atacantes do mundo fazia distinção entre os parceiros que pertencem ao crime dos evangélicos, dos trabalhadores. Trata todos da mesma maneira.

Seu apelido é Didico.

Não tem compromisso com nada. A não ser desfrutar o que resta do que conseguiu ganhar em uma carreira ceifada pela metade. Ela acabou exatamente no dia 4 de agosto de 2004. Nove dias depois da maior conquista de sua carreira. A Copa América do Peru.

Eu estava cobrindo para o Jornal da Tarde e sei o que Almir Leite Ribeiro significava para o jovem atacante. “Esse título vai para o meu pai. Ele é o meu grande amigo desta vida, meu parceiro, sem ele não seria nada”, me disse após a vitória diante da favorita Argentina. O título só veio porque Adriano conseguiu empatar a partida no último minuto do segundo tempo e levar a decisão aos pênaltis.

“O Adriano fará história no futebol brasileiro.

Ele é forte, canhoto, talentoso.

É atacante para as próximas três Copas do Mundo.”

A previsão era do empolgado técnico campeão, Parreira.

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Mas bastaram nove dias e Almir morreria de infarto. Ele tinha uma bala alojada no crânio. Tomou um tiro em uma festa na Vila Cruzeiro. Conviveu com dores lancinantes. A bala perdida se alojou muito perto do cérebro e uma cirurgia seria sentença de morte. Mas acabou falecendo aos 45 anos.

Desde a morte do pai, Adriano mergulhou na mais profunda depressão. Buscou alívio no álcool. Seu então empresário, Gilmar Rinaldi, fez de tudo para tentar livrar o jogador do vício. Queria até interná-lo à força. Adriano me deu uma entrevista exclusiva ao blog.

Em uma longa entrevista, ele confessou que tomava porres e era protegido pela direção da Inter de Milão. Sincero e corajoso, ele expôs todo o seu sofrimento.

“A morte do meu pai deixou um buraco enorme na minha vida.

Ele morreu em agosto de 2004.

Foi a pessoa que me fez quem eu sou.

Devo tudo a ele e a minha família.

Eu acabei ficando muito sozinho, me isolando quando ele morreu.

Foi a pior coisa.

Me vi sozinho, triste, deprimido na Itália.

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Foi quando surgiu o problema de alcoolismo?

Foi.

E vou ser bem sincero para você entender o que vivi.

Eu passei a beber, só me sentia feliz bebendo.

Eram festas todas as noites.

E bebia o que passava pela frente: vinho, uísque, vodca, cerveja… muita cerveja.

A situação ficou fora de controle.

Eu só conseguia dormir bebendo.

Acordava e não sabia nem onde estava.

Eu era jogador de um dos maiores times do mundo.

Comecei a ter problemas com o treinador, o Mancini, com os companheiros.

Eles perceberam?

Não tinha como não perceber.

Eu chegava bêbado para os treinos da manhã.

Com medo de perder a hora dormindo, eu ia bêbado mesmo.

Isso aconteceu várias vezes.

Eu ia dormir no departamento médico e diziam para a imprensa que eu estava com dores musculares.

A direção da Inter foi sensacional comigo, tentou me ajudar de todos os jeitos.

Eu passei a me dar mal com o Mancini, o técnico.

A situção ficou insuportável.

Eu não parava de beber, tive de sair da Inter.”

A situação ficou pior.

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Ele não queria mais viver.

“Estava sofrendo muito, comecei a desacreditar até em Deus, a quem sou muito apegado. Estava na Itália ainda. Deus não existe, eu dizia. Às vezes, pensava que, se fosse para fazer minha família chorar e sofrer, eu preferia ir embora. Nunca tive medo de morrer, de fazer nada da minha vida. Sempre fiz o que acho que tinha que fazer. Aquilo que quero, eu faço. Esse é meu lado homem. Foi muito complicado.”

Buscava a fuga na bebida e nas orgias.

Adriano ainda enfrentou um episódio que poucos sabem. Pouco antes da Copa de 2006, quando formava o Quarteto Fantástico, com Ronaldo, Kaká e Ronaldinho Gaúcho. A revelação foi feita ao site esportivo da Globo.

“Dias antes de embarcar para a Alemanha, Adriano foi festejar com os amigos da Vila Cruzeiro na boate Quebra-Mar, no início da orla da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. O grupo, segundo versão de pessoas próximas ao jogador, contava com alguns foragidos da Justiça. Ao deixar a boate, a comitiva do Imperador foi abordada por policiais e levada para um local nas redondezas de Realengo.

“Um dos grandes amigos do atacante tentou fugir, foi baleado e morreu. Segundo relatos de quem estava presente, há registros fotográficos do Imperador no local em que aconteceu a morte. A partir daí, o jogador conviveu com tentativas de extorsão, o que teria contribuído para desestabilizá-lo emocionalmente no Mundial.”

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Gilmar Rinaldi via Adriano se afundar no álcool. A depressão só aumentava. O empresário tinha medo que o jogador pudesse se suicidar. E insistia na internação. Insistiu tanto que romperam. “Fiz o que pude e o que não pude para tentar proteger o Adriano dele mesmo”, me disse Rinaldi.

Depois da Inter, o atacante começou sua derrocada.

Passou pelo São Paulo, Roma, Corinthians, Atlético Paranaense, Miami United.

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Cada vez os vexames eram maiores.

Mais constrangedores.

“O Adriano jogou sua carreira fora.

Seria o titular da Copa de 2010 e 2014 se quisesse.

Não quis”, lamenta Ronaldo Fenômeno.

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O tempo passou.

O jogador fará 35 anos em fevereiro.

Está sem atuar para valer, desde 2009, quando foi campeão com o amado Flamengo.

A frase predileta que Adriano usa para explicar a decadência é conhecida.

Um triste mantra.

“Eu só fiz mal a mim mesmo.”

E como você fez, Didico…

Por Cosme Rimoli

R7

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Além de não realizar etapas nacionais de torneios e não participar de competições internacionais, entidade passa por grave crise financeira

A Federação Internacional de Basquete (Fiba) anunciou na tarde desta segunda-feira (14) que suspendeu o Brasil até o dia 28 de janeiro de 2017. A situação financeira delicada da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) foi o principal motivo da decisão tomada em reunião do Comitê Executivo da Fiba, em Mies, na Suíça.

A situação da CBB começou a ser avaliada em setembro, depois que uma força-tarefa começou a analisar os problemas da entidade nacional. Os trabalhos foram comandados pelo espanhol José Luis Saez, ex-presidente Federação Espanhola de Basquete (FEB).

O anúncio da Fiba sobre a decisão relata os descumprimentos de obrigações da CBB como uma Federação Nacional nos termos dos Estatutos Gerais aplicáveis. Comenta, também, a necessidade de uma reestruturação.

A decisão foi embasada, principalmente, pelas dívidas da CBB com a Federação por um longo período. A entidade brasileira também não participava de competições internacionais, como os torneios continentais de jovens e mundiais 3×3 adulto. Em âmbito nacional, também não era promovida a etapa brasileira do 3×3 Mundial. Outro problema citado foi o que a entidade definiu como “a falta total de controle do basquete no país”.

O comunicado da Fiba relatou ainda seu desapontamento com a situação financeira da Federação Brasileira, tendo em vista a realização dos Jogos Olímpicos há tão pouco tempo, no país. “O Comitê Executivo encorajou enfaticamente a CBB a trabalhar com a Fiba e a sua força-tarefa a fim de superar suas graves dificuldades institucionais, desportivas e financeiras. Outras comunicações entre as partes deverão ocorrer ainda este mês, a fim de estipular planos concretos de reforma”, comentou a nota da entidade.

O futuro da CBB ainda será decidido após a reavaliação do Comitê Executivo na data estipulada para o mês de janeiro. Entre as punições, os clubes também estão envolvidos e, dessa maneira, Flamengo e Bauru, envolvidos na próxima Liga das Américas, não poderão disputar o torneio que começa no início de 2017;

Surpresa. Após a Federação Internacional de Basquete (FIBA) divulgar a suspensão da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), a entidade brasileira soltou um comunicado por meio de seu site oficial afirmando estar “surpresa” com a decisão e prometendo uma resposta em breve. Confira a nota completa abaixo:

“A Confederação Brasileira de Basketball (CBB), por meio de seu Presidente e de sua Diretoria, vem por meio desta mostrar sua surpresa com a punição imposta pela Federação Internacional de Basketball (FIBA). No início do mês de novembro, a FIBA enviou ao Brasil o dirigente José Luis Saez que, durante reunião na CBB e demais encontros, em momento algum abordou a possibilidade de suspensão da entidade brasileira.

Dessa forma, a CBB vai buscar os meios formais e legais para preservar o basquetebol brasileiro. Na próxima quarta-feira (dia 16), a CBB comentará todos os itens elencados pela FIBA e irá pontuar o que de fato acontece no basquete nacional para que a sociedade avalie e forme sua opinião sobre esse episódio.”

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Por enquanto, contas estão sendo administradas por sua assessoria.

Quase três anos após o acidente que o deixou entre a vida e a morte, o heptacampeão mundial Michael Schumacher estreou seus novos perfis no Instagram e no Facebook. Ainda administrado por sua equipe de comunicação liderada pela empresária Sabine Kehm, os perfis estrearam no aniversário de 22 anos do seu primeiro título mundial, em 1994.
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“Bem-vindos ao paddock de Michael”, diz uma das postagens. “Amamos dividir com vocês nossas memórias e não poderíamos começar melhor do que perto do aniversário do primeiro título mundial de Michael. A partir do dia 13 de novembro, essa página será o nosso ponto de encontro para colecionar e trocar memórias e celebrar as muitas conquistas de Michael, como uma forma de agradecimento aos incríveis fãs”, completa a postagem, que encerra com a hashtag “keepfighting”, criada pela assessoria de imprensa do ex-piloto para as pessoas mandarem mensagens de apoio ao heptacampeão.

A segunda foto mostra Schumacher comemorando o seu título mundial de 1994 em Adelaide, na Austrália, quando ele ainda era piloto da extinta equipe Benetton.

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“Hoje, há 22 anos, Michael conquistava o seu primeiro título mundial em Adelaide”.

A conta no Facebook já recebeu mais de um milhão de curtidas. Já a do Instagram já recebeu mais de 27 mil seguidores. A chegada de Schumacher às redes sociais foi celebrada pelo seu compatriota e atual líder do mundial de F-1, Nico Rosberg:

“Bem-vindo às redes sociais, Michael”, postou Rosberg.

Atualmente com 47 anos, Schumacher está afastado da vida pública desde o final de 2013, quando sofreu um acidente quando esquiava nos Alpes franceses. Por conta do acidente, o heptacampeão mundial ficou meses em coma.

Quando deixou o hospital, Schmacher foi levado para a sua casa na Suíça e lá vive isolado sem que a sua assessoria de imprensa divulgue detalhes sobre o seu estado de saúde. Desde o ano passado, a porta-voz Sabine Kehm só tem se manifestado para desmentir boatos sobre o alemão.

Fonte: O Globo

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Conforme proposta aprovada pela Câmara dos Deputados, na prática, os clubes poderão cobrar, após seis meses, a indenização pelo investimento em atleta com menos de 16 anos que desistir de continuar na entidade. Hoje cobrança só pode ser feita após um ano

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, em caráter conclusivo, proposta que dá aos clubes que formam atletas no País o direito de assinar o contrato de trabalho com os esportistas que estiverem sob seus cuidados há pelo menos seis meses. A medida consta noProjeto de Lei 6260/13, da deputada Flávia Morais (PDT-GO).A proposta altera a Lei Pelé (Lei 9.615/98), que atualmente estabelece que o clube só pode exigir o contrato do atleta em formação (aquele que possui pelo menos 16 anos) após um ano de iniciado o trabalho. Caso o atleta não aceite o acordo proposto ou opte por mudar de entidade, o clube pode exigir uma indenização para cobrir os custos da formação.

O projeto também reduz de cinco para três anos o prazo máximo de duração do contrato especial de trabalho desportivo. A autora da proposta destaca que o texto adequa as normas brasileiras ao padrão definido pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), que prevê prazo máximo de três anos para essas contratações.

O parecer do relator, deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA), foi pela constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa do PL 6260/13 e da emenda da Comissão do Esporte. A emenda reduz de um ano para seis meses o prazo para que o atleta em formação seja inscrito pela entidade de prática desportiva na respectiva entidade regional de administração do desporto.

O projeto será enviado ao Senado, caso não haja recurso pedindo análise pelo Plenário da Câmara.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

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Na noite da última quinta-feira, o jornalista Alex Müller cravou em sua conta do Twitter que o clube carioca está apalavrado com ninguém menos que Felipe Melo, Nilton, Bernard e Vitinho. Este último, inclusive, teve seus representantes flagrados jantando com a diretoria rubro-negra. A intenção é encorpar o plantel de modo que haja pelo menos dois bons nomes por posição para a disputa da Copa Libertadores.

Fonte: http://www.90min.com/pt-BR/posts/3983156-fla-esta-acertado-com-pacotao-de-reforcos-para-2017-afirma-jornalista?utm_source=RSS

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